terça-feira, 2 de agosto de 2011

Economia chinesa. Ironia?

um artigo sobre a economia chinesa.

Devemos ficar espertos e nos precaver para a possibilidade real de acontecer conforme artigo.

Pessoal,

Lí o artigo abaixo e concordo com muita coisa. Estive lá e percebi que o dragão do oriente está acordado e pronto para dar o bote no ocidente.

Hoje, a China, cheia de reservas financeiras, tem um só objetivo: comprar discretamente e sem alarde as reservas minerais e petrolíferas mundiais.

Existem 800 milhões de chineses que ainda estão e são mantidos no campo (meio rural), pois não existem matérias primas e bens de consumo para eles consumirem.

Hoje, se a China colocar toda a sua população para consumir igual à classe média americana, ela precisaria de 90% a 110% do cimento, do ferro, do alumínio e do petróleo do mundo.

A única saída que a China tem é comprar paulatinamente as firmas e as reservas petrolíferas, minerais, etc, não só para melhorar a qualidade de vida da sua população, mas para se tornar a primeira economia mundial.

Brevemente, a Vale, a Petrobras, a Votorantim e outras mais receberão propostas irrecusáveis.

Aguardemos! Ucho.

A armadilha chinesa - você nem percebe

Há mais de 40 anos - meu pai morreu no fim de 1969 - o velho falava que o "grande" perigo do mundo seria quando os chineses o dominassem, comercialmente.

Segundo sua visão, nós seríamos enjaulados pelo comércio chinês, pois, com os seus mais de bilhão de habitantes e seu sistema de governo (escravidão), eles teriam condições de produzir a baixo custo.

Eles, os chineses, e os indianos, pelos mesmos motivos.

Então, leia este artigo muito interessante sobre o que nos espera e o que devemos fazer, principalmente, agora com a reunião do G 20.

PS: Tenho três vizinhos no meu condomínio que são importadores de lá, e falam, praticamente, a mesma coisa do artigo...



A China do Futuro e o Futuro é Hoje

A verdade é que agora, tudo o que compramos é Made in China.

Por Luciano Pires (diretor de marketing da Dana e profissional de Comunicação)

Alguns conhecidos voltaram da China impressionados. Um determinado produto que o Brasil fabrica em um milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões. A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é impressionante.Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas.

Com preços que são uma fração dos praticados aqui. Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares.

Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo, que acrescidos de impostos e benefícios representam quase 600 dólares. Quando comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios, estamos perante uma escravatura amarela e alimentando-a.

Horas extraordinárias? Na China? Esqueça! O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego que trabalha horas extras sabendo que não vão receber nada por isso. Atrás dessa "postura" está a grande armadilha chinesa.

Não se trata de uma estratégia comercial, mas sim de uma estratégia "poder" para ganhar o mercado ocidental . Os chineses estão tirando proveito da atitude dos "marqueteiros" ocidentais, que preferem terceirizar a produção ficando apenas com o que ela "agrega de valor": a marca.

Dificilmente você adquire atualmente nas grandes redes comerciais dos Estados Unidos da América um produto "Made in USA".É tudo "Made in China" com rótulo estadunidense. As Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas de dólares. Apenas lhes interessa o lucro imediato e a qualquer preço. Mesmo ao custo do fechamento das suas fábricas e do brutal desemprego. É o que pode-se chamar de "estratégia preçonhenta".

Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila essas táticas, cria unidades produtivas de alta performance, para dominar no longo prazo. Enquanto as grandes potências mercadológicas que ficam com as marcas, com os designes e suas grifes; os chineses estão ficando com a produção, assistindo, estimulando e contribuindo para o desmantelamento dos já poucos parques industriais ocidentais.

Em breve, por exemplo, já não haverá mais fábricas de tênis ou de calçados pelo mundo ocidental. Só haverá na China.

Então, num futuro próximo veremos os produtos chineses aumentando os seus preços e produzindo um "choque da manufatura", como aconteceu com o choque petrolífero nos anos setenta. Aí já será tarde demais. Então o mundo perceberá que reerguer as suas fábricas terá um custo proibitivo e irá render-se ao poderio chinês. Perceberá que alimentou um enorme dragão e acabou refém do mesmo. Dragão este que aumentará gradativamente seus preços, já que será ele quem ditará as novas leis de mercado. Será quem manda. Terá o monopólio da produção.

Sendo a China – e apenas ela - quem possuirá as fábricas, inventários e empregos; é também quem vai regular os mercados, e não os "preçonhentos".

Iremos nós e os nossos filhos e netos assistir a uma inversão das regras do jogo atual que terão nas economias ocidentais o impacto de uma bomba atômica... chinesa.

Nessa altura em que o mundo ocidental acordar será muito tarde. Nesse dia, os executivos "preçonhentos" olharão tristemente para os esqueletos das suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando boliche no clube da esquina, e chorarão sobre as sucatas dos seus parques fabris desmontados. E então lembrarão, com muitas saudades, do tempo em que ganharam dinheiro comprando "balatinho dos esclavos chineses”, vendendo caro suas "marcas - grifes" aos seus conterrâneos. E então, entristecidos, abrirão suas "marmitas" e almoçarão as suas marcas que já deixaram de ser moda e, por isso, deixaram de ser poderosas, pois foram todas copiadas.

REFLITAM E COMECEM A COMPRAR - JÁ - OS PRODUTOS DE FABRICAÇÃO NACIONAL, FOMENTANDO O EMPREGO EM SEU PAÍS , PELA SOBREVIVÊNCIA DO SEU AMIGO, DO SEU VIZINHO E ATÉ MESMO DA SUA PRÓPRIA E DE SEUS DESCENDENTES.

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